Arquivado por fevereiro, 2008
GESTÃO: CLIENTE SEM DIREITO A SER INFORMADO
Dia desses tive mais uma má impressão de um dos maiores grupos varejistas do nordeste. Vou explicar.
Estive num supermercado filial de uma rede gigantesca de lojas desse tipo. Eles têm até um bom preço, mas o atendimento quase sempre é uma porcaria. Até aí tudo bem, mesmo porque eu só lembro disso quando é minha vez de passar no caixa. E eu tenho sempre a má sorte de pegar os atendentes mais morosos e chatos. E dessa vez não foi diferente.
GESTÃO POR (IN)COMPETÊNCIA
Nesses dias, li um pouco sobre Gestão por Competências, pois o tema me interessou bastante. Para quem não sabe ou não se lembra, a prática da Gestão por Competências procura orientar a empresa para o desenvolvimento das competências de seu corpo funcional a fim que se crie um diferencial de mercado. As competências organizacionais são traduzidas em competências profissionais, sendo então desenvolvidas nas equipes e funcionários. Dessa forma, procura-se enquadrar os conhecimentos do capital humano às necessidades corporativas para o alcance do sucesso.
ESTUDOS? AH, EU JÁ CONCLUI (O SEGUNDO GRAU)
Não resisti e volto para falar sobre a importância dos estudos na vida de uma pessoa, tanto no pessoal quanto no profissional (aprendi essa com o Faustão).
É incrível como ainda existem pessoas alienadas que acham que concluir o ensino médio é terminar os estudos! Em conversa com uma garota de 21 anos, ela me contou coisas que se alguém viesse me dizer eu acho que não acreditaria.
BOAS MANEIRAS NO AMBIENTE DE TRABALHO DEVERIA SER MATÉRIA DE FACULDADE
Voltando às reflexões sobre como os jovens são preparados pelas faculdades para entrar no mercado de trabalho, outro assunto interessante de ser abordado é o comportamento que os mesmos devem ter dentro do ambiente corporativo.
Quando estava na graduação, percebi que alguns dos colegas de faculdade não tinham ou não gostavam de ter comprometimento e boas maneiras na sala de aula. Chegar quase toda vez atrasado, não entreguar as atividades nos prazos estabelecidos e detestar o professor após receber uma crítica são algumas dos pontos que constatei. É claro que ninguém é de ferro e às vezes falhamos nas nossas obrigações ou extrapolamos a ética, mas incorrer nesse comportamento constantemente é uma falta grave para os colegas, os docentes e principalmente (e perigosamente) para si mesmo.








